Marcações para osteopatas
A tua pergunta mais frequente tem três palavras: «quando é que dá?». É a única pergunta a que uma agenda pública responde melhor do que tu.
Quem te procura decidiu há vinte minutos
Há verticais em que a marcação é planeada com semanas de antecedência. Esta não é uma delas. A pessoa acordou torta, aguentou o dia, e às onze da noite está no telemóvel a ver se alguém a recebe amanhã. Não anda a comparar preçários nem a escolher profissional: anda a ver quem tem hora.
Isto tem uma consequência brutal sobre quem ganha o cliente, e não tem nada a ver com qualidade de trabalho: ganha quem consegue responder às onze da noite. Um número de telefone que só atende às nove da manhã perde para uma página que mostra a quarta-feira às dez e deixa fechar ali mesmo.
É essa a única coisa que a agenda faz aqui e vale por si: mostra as horas mesmo livres, aceita a marcação no momento, e a hora fica ocupada nesse instante. Não há confirmação por telefone no dia seguinte, não há resposta a mensagens acumuladas, não há duas pessoas com a mesma hora porque duas mensagens chegaram na mesma noite.
A hora que se liberta, e o que a agenda não faz com ela
Convém dizer o limite com clareza, porque é o primeiro pedido que uma casa com procura em cima da hora faz: não existe lista de espera. Não há forma de alguém dizer «avisem-me se abrir uma vaga na quinta», e a MarcaAí não manda aviso nenhum a quem estava à espera quando uma hora se liberta.
O que existe é mais simples e, nesta vertical, resolve boa parte do caso. Cada marcação leva um link seguro para quem a fez, e por ele a pessoa cancela ou escolhe outra hora sem te telefonar. Quando isso acontece, aquela hora volta a aparecer livre na tua página nesse instante — para quem estiver a olhar.
E numa casa onde as pessoas procuram no dia, «quem estiver a olhar» é muita gente. Uma hora libertada às oito da manhã de uma terça é vista por quem está a procurar às oito e cinco. É o oposto de um sítio onde ninguém visita a página senão para marcar meses à frente — aí a hora libertada morria, aqui costuma preencher-se sozinha.
Uma consulta, talvez duas, e nada disto se repete
O tratamento típico aqui é curto: uma consulta, às vezes duas ou três, e a pessoa desaparece durante meses ou anos. Isso significa que não tens uma agenda a construir com regularidade — tens uma agenda a preencher de novo todas as semanas, com pessoas diferentes.
A consequência prática é sobre o catálogo. Não precisas de muitos serviços nem de uma estrutura complicada: uma primeira consulta mais demorada e um seguimento mais curto cobrem a maior parte do trabalho. A duração pertence ao serviço, e a agenda reserva exatamente o que cada um leva em vez de fatias iguais — o que aqui interessa porque a primeira e a segunda consulta não duram o mesmo.
A segunda consulta, quando existe, marca-se no fim da primeira: fazes isso no painel, com a pessoa à tua frente, e ela sai com a data em vez de ficar de telefonar. Ou marca-a ela mesma, pela página, se preferires deixá-la decidir depois de ver como corre a semana.
A hora de amanhã e a janela de cancelamento
Numa agenda que vive de marcações feitas na véspera, a política de cancelamento tem de ser lida de outra maneira. Uma antecedência longa não protege nada: quase ninguém marcou com mais tempo do que ela, e a única coisa que uma janela de dois dias faz aqui é ficar com o sinal de quase toda a gente que desmarca. Isso não é uma política — é uma armadilha.
A janela de cancelamento define-se em minutos e nasce a zero, ou seja, desligada: enquanto não a mudares, todos os cancelamentos devolvem o sinal. Se a ligares, numa casa destas costuma corresponder melhor à realidade uma janela curta, do género de umas horas — tempo suficiente para a hora ainda ser vendida a quem anda a procurar.
A janela é do cliente e isso é deliberado: se fores tu a cancelar, a pessoa recebe o dinheiro de volta, faltem dois dias ou duas horas. E quem não aparece nem avisa é marcado como falta no painel, um gesto teu e não automático — o sinal fica contigo, e a marcação fica registada como o que foi.
O que não é nosso
A MarcaAí é a agenda e o pagamento do sinal. Não guarda nada sobre o que se passa na consulta, não tem onde o fazer, e não pretende ter: para marcar uma hora precisamos de saber quem marca, para que serviço e quando.
Os dados de quem marca são teus, e nós tratamo-los por tua conta. Onde isso está escrito com todos os limites é em marcaai.pt/privacidade e em marcaai.pt/dpa — não os resumimos aqui de propósito, porque um resumo numa página de venda vale menos do que o texto.
O dinheiro vai direto para a tua conta Stripe no momento da marcação, e a MarcaAí não leva comissão por marcação — as taxas de processamento do cartão são da Stripe e saem de quem recebe, como em qualquer terminal. O preçário é teu e não vendemos nada a quem te marca.
Como configurar o sinal em osteopatia
A tensão aqui é real e vale a pena pô-la à frente: quem marca de véspera é o cliente mais fácil de perder no último passo. Um sinal alto numa marcação feita às onze da noite por alguém com dores é a coisa mais provável de fazer essa pessoa fechar a página e procurar outra casa.
Um valor fixo baixo é a configuração que costuma resolver as duas metades: pesa o suficiente para quem estava a marcar sem pensar, e não chega a ser um obstáculo para quem tenciona mesmo vir. Como o sinal se define serviço a serviço, podes ligá-lo só na primeira consulta e deixar o seguimento livre — quem volta já provou que aparece.
Isto é uma recomendação de configuração e não uma estatística de setor — não publicamos médias que não medimos. Defines o valor que quiseres e mudas quando quiseres. Cobrar sinal online depende do plano, e é na página de preços que isso está.
Durações por onde começar
Uma sugestão para arrancar, não uma média do setor. Mudas cada uma no teu catálogo.
- Primeira consulta
- 60 min
- Consulta de seguimento
- 45 min
- Consulta curta
- 30 min
- Reavaliação
- 30 min
Perguntas de quem trabalha em osteopatia
Dá para avisar quem estava à espera quando abre uma vaga?
Não há lista de espera nem aviso automático de vaga. O que acontece é a hora voltar a aparecer livre na tua página no instante em que alguém cancela — e numa casa onde as pessoas procuram no próprio dia, é frequente ser suficiente.
Uma pessoa pode marcar para o dia seguinte às onze da noite?
Pode, e é o caso normal aqui. A página funciona quando tu não podes atender, mostra apenas o que está mesmo livre, e a hora fica ocupada no momento em que ela confirma. Não há aplicação para instalar nem conta para criar.
Trabalho sozinho. Isto não é grande demais para mim?
Uma pessoa é o caso mais simples: defines o teu horário, as tuas ausências, dois ou três serviços com durações diferentes, e está feito. Os planos e o que cabe em cada um estão na página de preços.
Que antecedência de cancelamento devo pôr?
Não temos opinião sobre o número, mas há uma pista forte nesta vertical: se quase toda a gente marca de véspera, uma janela longa não protege nada e fica com o sinal de quem tinha uma razão. Ela nasce desligada — enquanto não a mudares, tudo é devolvido.
Como fecho uma manhã de repente?
Marcas uma ausência nesse intervalo e as horas saem da página nesse instante, sem tocar no horário da semana. Quem já tinha marcado continua marcado — cancelar uma marcação feita é decisão tua, e se fores tu a cancelar quem pagou sinal recebe-o de volta.
Negócios parecidos com o teu, e o que muda em cada um: clínica dentária, fisioterapia, nutrição, psicologia e terapia da fala.
A seguir: faz a conta do que as faltas te levam por ano na calculadora de faltas, vê o que cada plano inclui ou volta a todos os tipos de negócio.