Marcações para barbearias

Uma página onde os teus clientes escolhem o barbeiro, a hora e pagam o sinal — sem te tirar da cadeira.

Cadeira e bancada de uma barbearia

A cadeira vazia ao sábado à tarde

Numa barbearia a agenda não se perde toda de uma vez: perde-se aos bocados. Um cliente que não aparece às dez e meia de sábado não é meia hora — é a hora mais cara da semana, e é uma hora que já estava fechada a quem teria vindo.

E o que a costuma tapar é o telemóvel. As marcações chegam por mensagem, por chamada, por alguém que passa à porta, e ficam num caderno ou na cabeça de quem está a cortar. Quando duas pessoas marcam a mesma hora, quem tem de resolver é o barbeiro, com o cliente à frente.

O problema não é a falta de um sistema. É que marcar custa um segundo a quem marca e desmarcar custa uma conversa — e por isso ninguém desmarca. Quem quer a cadeira ocupada tem de mudar essa conta, não comprar uma agenda mais bonita.

Cada barbeiro com o seu horário

Na MarcaAí, uma marcação numa barbearia ocupa o tempo de uma pessoa — e não a loja inteira. Defines o horário de cada barbeiro, incluindo folgas e horas diferentes ao sábado, e o cliente vê só o que está mesmo livre com quem ele quer.

Quem tem barbeiro de eleição escolhe-o; quem não tem escolhe «qualquer pessoa» e fica com o primeiro que tenha vaga. As duas coisas funcionam ao mesmo tempo, e nenhuma delas obriga a que alguém atenda o telefone.

Se a barbearia tiver cadeiras que não são de ninguém em particular, ou uma sala à parte para barba, isso também se representa: são recursos com agenda própria, e uma marcação só acontece quando há barbeiro e cadeira ao mesmo tempo. É a diferença entre uma agenda que aceita tudo e uma agenda que corresponde à casa.

O sinal, numa casa de serviços baratos e frequentes

Um corte não é uma tatuagem. Pedir metade do valor adiantado a quem vem cortar o cabelo de três em três semanas afasta o cliente habitual — que é precisamente o que se quer manter.

O que funciona numa barbearia é o contrário: um valor fixo e pequeno, igual para todos os serviços, que não pesa a quem tenciona vir e pesa o suficiente a quem estava a marcar sem pensar. O sinal desconta no total no dia, portanto quem aparece não paga nada a mais.

O dinheiro vai direto para a tua conta Stripe no momento da marcação. A MarcaAí não leva comissão nenhuma por marcação — as taxas de processamento do cartão são da Stripe e saem de quem recebe, como em qualquer terminal.

A hora de ponta é que paga a mensalidade

Numa barbearia as horas não valem todas o mesmo, e a agenda online torna isso visível pela primeira vez. Uma terça de manhã enche-se sozinha com quem passa; sábado das dez ao meio-dia é o bloco que decide a semana, e é o único onde uma falta não se substitui.

Isso muda o que vale a pena configurar. Não precisas de sinal em todas as horas nem em todos os serviços: podes ter o corte normal sem sinal nenhum e pedir sinal só no bloco em que uma cadeira vazia custa mesmo dinheiro. A página mostra a mesma agenda aos dois; o que muda é o que se pede a quem marca.

A mesma ideia serve para abrir só uma parte do dia a marcações. Cada serviço pode ter a sua janela horária — as barbas só até às 18:00, por exemplo — e o resto do horário continua a ser de quem entra pela porta, exatamente como hoje.

Quem desmarca à última hora, e quem não aparece de todo

São dois problemas diferentes e o produto trata-os de maneira diferente. Quem desmarca com antecedência devolve-te a hora e essa ainda se vende; quem desmarca vinte minutos antes deixa-te com um buraco que já não se enche. E quem não aparece nem avisa é outra coisa ainda.

Para o primeiro caso existe uma janela de cancelamento: defines com quantos minutos de antecedência é que cancelar deixa de devolver o sinal. Nasce desligada, e é uma decisão tua ligá-la. Numa barbearia costuma bastar pouco — um corte de trinta minutos ao meio da semana ainda se dá a outra pessoa com duas horas de aviso, e uma janela de dois dias, que faz sentido num estúdio de tatuagem, aqui só serve para irritar bons clientes.

⚠️ E há uma assimetria que convém saberes: a janela é do CLIENTE. Se fores tu a cancelar — porque adoeceste, porque fechaste o dia —, o cliente recebe sempre o dinheiro de volta, independentemente da antecedência. Não há forma de te ficares com o sinal de uma marcação que foste tu a desmarcar, e isso é de propósito.

Para quem simplesmente não aparece, marcas a falta no painel e o sinal fica contigo. É um gesto teu e não automático — ninguém é penalizado por um sistema que não sabe se a pessoa telefonou a avisar.

O que não muda

Não tens de deixar de aceitar quem entra pela porta. A agenda online é mais uma entrada, não a única — o que ela faz é tirar-te as marcações do WhatsApp, não os clientes da rua.

Não tens de cobrar sinal a toda a gente. Podes ligá-lo só nos serviços longos, ou só ao sábado, ou não o ligar de todo e usar a página apenas para marcar.

E não tens de mudar os teus preços. O que está na tua página é o teu preçário: nós não vendemos nada ao teu cliente e não temos nada a dizer sobre quanto cobras.

Como configurar o sinal numa barbearia

A configuração que costuma resultar aqui é um valor fixo baixo, igual em todos os serviços, e não uma percentagem: o cliente entende «cinco euros para segurar a hora» de imediato, e uma percentagem de um corte dá um número estranho que obriga a pensar.

Isto é uma recomendação de configuração e não uma estatística de setor — não publicamos médias que não medimos. Defines o valor que quiseres, e mudas quando quiseres.

Durações por onde começar

Uma sugestão para arrancar, não uma média do setor. Mudas cada uma no teu catálogo.

Corte de cabelo
30 min
Corte + barba
45 min
Barba
20 min
Corte de criança
20 min

Perguntas de quem tem barbearia

E os clientes de sempre, que só aparecem?

Continuam a aparecer. A página não fecha a porta a ninguém — quem entra sem marcação é atendido como sempre foi, e tu marcas essa visita na agenda com dois toques para a hora ficar ocupada.

Tenho três barbeiros com horários diferentes. Dá?

Dá, e é para isso que serve. Cada um tem o seu horário e as suas ausências, e o cliente só vê as horas livres de quem escolheu. O catálogo de serviços é da casa e não de cada barbeiro — qualquer um pode ser escolhido para qualquer serviço. O plano grátis serve uma pessoa; a partir daí vês os limites de cada plano na página de preços.

O meu cliente tem de instalar alguma coisa?

Não. Abre o link no telemóvel como abre qualquer página, escolhe e marca. Não há aplicação, não há conta para criar, não há palavra-passe.

E se eu tiver de fechar a loja num dia?

Fechas o dia na agenda e as horas desaparecem da página nesse instante. Quem já tinha marcado continua marcado — avisas essas pessoas tu, porque cancelar uma marcação feita é uma decisão tua e não do sistema.

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A seguir: faz a conta do que as faltas te levam por ano na calculadora de faltas, vê o que cada plano inclui ou volta a todos os tipos de negócio.